
Em um mundo de mulheres livres: por que não anarquizar o feminismo?
Uma instigante leitura de Mujeres Libres a partir de um olhar latino-americano

Uma instigante leitura de Mujeres Libres a partir de um olhar latino-americano

A anarquista francesa Louise Michel (1830-1905) foi "homenageada" na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, mas o cenário e a função memorial da "homenagem", muito atreladas ao Estado francês, são uma afronta à trajetória da combativa figura histórica. Neste texto, Alexandre Samis e Antony Devalle analisam o acontecimento e criticam a apropriação feita durante o evento. Trata-se de uma análise que mostra como a utilização de uma estátua em suposta homenagem pode também servir para deturpar e/ou silenciar o legado da luta daquela que empunhou a bandeira negra.

sobre o inventário de uma vida e as lacunas de toda uma existência

A seguir publicamos a versão em português deste artigo originalmente publicado em espanhol, no número 0…

Nos dias 20 e 21 de janeiro deste ano, a Organização Socialista Libertária (OSL) realizou a…

Frente à guerra e frente ao fascio II

A grande tarefa dos companheiros

Seguindo o mesmo espírito das edições anteriores, a edição atual tem como propósito criar um ambiente no qual os livros impressos e as lutas sociais possam dialogar.

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No dia 09 de abril, o Museu de Patos de Minas recebe o lançamento do livro…